Derrotados nas urnas, 15 senadores devem voltar a ter mandato

By | October 4, 2022

Com mandato até 2027, 15 deputados derrotados nas urnas em 2022 devem retornar ao Senado Federal para ocupar o cargo.

A decisão caberá aos próprios parlamentares. A lista traz nomes que participaram da corrida presidencial, como a candidata da União Brasil à Presidência da República, Soraya Thronicke (MS), e muitos outros que foram ignorados pela maioria dos eleitores nas disputas estaduais.

Parlamentares podem reentrar no Senado

Márcio Bittar (União Brasil-AC). Ele está afastado do cargo há 120 dias (inicialmente por questões de saúde e particulares) desde 31 de maio de 2022. Foi candidato ao governo do Acre e ficou em quinto lugar na eleição – atual CEO, Gladson Cameli (PP) , foi reeleito com 56,75% (242.100 votos).

Bittar registrou 1,12% (4.773 votos).

Sérgio Petecão (PSD-AC). Ele está afastado há 120 dias desde julho de 2022. Também foi candidato ao governo do Acre, terminando em quarto lugar na disputa. Obteve 27.393 votos (6,42%).

Izalci Lucas (PSDB-DF). Permaneceu no cargo até a desincompatibilidade (quando o titular de um cargo eletivo deixa para concorrer às eleições). Concorreu a governador do Distrito Federal, ficou apenas em sexto lugar, com 4,26% (70.584).

See also  Meio do mandato: Estados Unidos batem recorde de votação antecipada - 11/08/2022 - Mundo

Leila Barros (PDT-DF). Ela também ficou no cargo até a entrada em vigor do calendário eleitoral de 2022. Foi candidata ao governo do Distrito Federal, quinta colocada, com 4,81% (79.597 votos).

No DF, o atual governador e candidato à reeleição, Ibaneis Rocha (MDB), foi reeleito no primeiro turno, com 50,30% (832.633 votos).

Weverton Rocha (PDT-MA). Ele está afastado há 120 dias desde julho de 2022. Participou da disputa pelo governo do Maranhão, terminando em terceiro lugar, com 20,71% (714.352 votos).

Em Massachusetts, o atual governador e candidato à reeleição, Carlos Brandão (PSB), foi reeleito no primeiro turno, com 51,29% (1.769.187 votos).

Carlos Viana (PL-MG). Candidato do PL ao governo de Minas Gerais, Viana permaneceu no cargo até sua destituição devido ao calendário eleitoral de 2022. Terminou a disputa em terceiro lugar, com 7,23% (783,8 mil votos).

Em MG, o candidato à reeleição, Romeu Zema (Novo), venceu o primeiro turno e renovou o mandato por mais quatro anos. Ele registrou 56,18% (6.094.136 votos).

soraya - Comunicação em banda - Comunicação em banda

Soraya Thronicke (União Brasil-MS)

Imagem: banda de comunicação

Soraya Thronicke (União Brasil-MS). Soraya, que também esteve no cargo e saiu durante o processo eleitoral deste ano, concorreu à Presidência da República pelo União Brasil. Com 0,51% (600.953 votos) ficou em quinto lugar na disputa pela chefia do Executivo federal.

Zequinha Marinho (PL-PA). Zequinha ficou em segundo lugar na disputa pelo governo do Pará, estado que reelegeu o atual presidente, Helder Barbalho (MDB) no primeiro turno.

Helder teve uma votação expressiva e alcançou 70,41% (3.117.276 votos). Zequinha registrou 27,13% (1.201.079 votos).

Veneziano Vital do Rego (MDB-PB). Veneziano concorreu a governador da Paraíba e foi excluído do segundo turno. Ele estava no cargo antes do início do processo eleitoral.

Com 17,16%, o emedebista apareceu atrás de Nilvan Ferreira, do PL, com 18,68%; Pedro Cunha Lima (PSDB), com 23,90%; e João Azevêdo (PSB), com 39,65%. Os dois últimos duelam na última reta das eleições.

Styvenson Valentim (Podemos-RN). O Rio Grande do Norte reelegeu a governadora Fátima Bezerra no primeiro turno, com 58,31% (1.066.496 votos). O senador Styvenson Valentim, que assumiu o nome de capitão Styvenson, concorreu ao Podemos.

O parlamentar registrou 16,80% (307.330 votos).

Luís Carlos Heinze (PP-RS). No Rio Grande do Sul, Luis Carlos Heinze (PP) saiu do segundo turno. A fase final das eleições estaduais terá o duelo entre Onyx Lorenzoni (PL), que obteve 37,5% (2.382.026 votos); e o tucano Eduardo Leite (PSDB), com 26,81% (1.702.815 votos).

Heinze ficou em quarto lugar na disputa pela liderança do Executivo gaúcho, com apenas 4,28% (271.540 votos).

Esperidião Amin (PP-SC). Amin terminou sua participação na disputa pelo governo de Santa Catarina em quinto lugar, com 9,75% (398.092 votos).

O segundo turno envolve um duelo entre Jorginho Mello (PL), também senador, que o antecedeu com 1.575.912 votos (38,61%); e Décio Lima (PT), que registrou 17,42% (710.859 votos).

Alessandro Vieira (PSDB-SE). Vieira, que concorreu à Presidência da República durante o processo eleitoral (então aposentado), ficou em terceiro lugar em Sergipe, com 10,88% dos votos (82.945).

O segundo turno será marcado pelo confronto entre os candidatos do PT, Rogério Carvalho (também senador), e do PSD, Fábio Mitidieri. O PT teve 44,70% (338.796 votos) e o adversário 38,91% (294.936 votos).

Irajá Abreu (PSD-TO). O Tocantins reelegeu o candidato republicano Wanderlei Barbosa no primeiro turno com 58,14% (481.496 votos). Entre os candidatos derrotados ao governo, o senador Irajá ficou em quarto lugar, com 7,61% (63.048 votos).

Mara Gabrielli (PSDB-SP). A tucana Mara Gabrilli também voltará ao Senado.

Simone terminou em terceiro lugar na disputa pela presidência com 4,16% dos votos (4.915.420). Como está em seu oitavo ano de mandato, o emedebista não voltará ao Congresso.