O Brasil que temos e o Brasil que queremos – Agência AIDS

By | October 4, 2022

Quais são os desafios da política de aids no Brasil? O que fazer para seguir em frente? O país está no caminho certo para erradicar a AIDS como problema de saúde pública? Afinal, que cenário o próximo presidente encontrará? Essas e outras perguntas serão respondidas nesta terça-feira (4), na live “Eleições 2022: o Brasil que temos e o Brasil que queremos”, às 21h, com transmissão ao vivo da TV Agência.

A jornalista Roseli Tardelli, diretora desta agência, receberá para o bate-papo renomados ativistas no combate à Aids, como a jornalista e fundadora da ONG Gestos, Alessandra Nilo, a vice-presidente da ABIA (Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids), Veriano Terto e Jenice Pizão, do Movimento Nacional dos Cidadãos Positivos.

Neste domingo (2), os brasileiros foram às urnas e decidiram que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) disputarão o segundo turno das eleições. A votação acontecerá no dia 30 de outubro, último domingo do mês. Com 99,99% das pesquisas apuradas, Lula teve 48,43% dos votos e Bolsonaro 43,2%, uma diferença de pouco mais de 6 milhões de votos. O tema também será discutido ao vivo pela Agência Aids.

Conheça os convidados da transmissão ao vivo:

Alessandra Nilo

Coordenadora geral e uma das fundadoras da Gestos, é jornalista, roteirista e cineasta, formada em Diplomacia e Relações Internacionais (2018) pela Faculdade de Relações Internacionais de Damas. Desde 2001 representa a sociedade civil brasileira na Sessão Especial da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre Aids (UNGASS-AIDS) em Nova York, construindo articulações nacionais e internacionais que têm despertado a atenção dedicada à política internacional, como diretriz para o monitoramento da políticas e ações locais. Em 2003 desenvolveu a plataforma para o Fórum UNGASS-AIDS no Brasil. A iniciativa foi expandida e usada em outras partes do mundo como uma ferramenta de advocacia e pesquisa para apoiar uma rede de ativistas de saúde e direitos sexuais e reprodutivos. Alessandra Nilo dedicou sua carreira a aumentar a influência da sociedade civil nos processos de tomada de decisão em nível local, nacional e internacional e à plena implementação dos compromissos internacionais em questões de HIV, saúde e direitos sexuais e reprodutivos. Representou a sociedade civil em delegações nacionais brasileiras em reuniões de alto nível sobre HIV e participou de delegações da Comissão sobre a Situação da Mulher, da Comissão de População e Desenvolvimento e das negociações da Agenda 2030 da ONU.

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Jenice Pizao

A pedagoga aposentada Jenice Pizão tem 63 anos, nasceu em Campinas, interior de São Paulo, é mãe e avó. Infectada pelo HIV há 31 anos, Jenice se envolveu na luta contra a Aids quando conheceu outras pessoas vivendo com o mesmo vírus. Segundo ela, foi nesse momento que percebeu a necessidade de lutar por uma vida plena, saudável e alegre. Sua militância política começa com a fundação do núcleo campineiro da Rede Nacional de Pessoas que Coabitam com HIV e Aids (RNP+). Na época, Jenice também estava envolvida com o Movimento de Mulheres Positivas da América Latina e do Caribe (MLCM+) e ajudou a coordenar o primeiro projeto no Brasil para mulheres com HIV e AIDS, que deu origem ao Movimento Nacional em 2005. de Cidadãos PositHIVas (MNCP). Por quase dois anos, Jenice trabalhou como consultora da Unidade de Articulação com a Sociedade Civil e Direitos Humanos do Programa Brasileiro de Aids. Hoje, ela e a colega ativista Nair Brito representam o Movimento Nacional de Cidadãos PositHIVAs no projeto “Saber para Reagir em Língua Portuguesa”.

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Veriano Terto

Possui graduação em Psicologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1985), mestrado em Psicologia (Psicologia Clínica) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1989) e doutorado em Saúde Pública pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. de Janeiro (1997). Foi coordenador do projeto e coordenador geral da ABIA (1989-2012), tratando dos seguintes temas: HIV/AIDS, políticas públicas, direitos humanos, homossexualidade e sexualidade. Entre 2002 e 2004 foi pesquisador visitante do Núcleo de Pesquisa em Antropologia do Corpo e Saúde do Curso de Licenciatura em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NUPACS/PPGAS/UFRGS. Professor do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro – IESC/UFRJ (2013-2015) Atualmente é vice-presidente da ABIA.

Serviço:

LIVE TERÇA / Eleições 2022: O Brasil que temos e o Brasil que queremos

Quando: terça-feira, 04 de outubro de 2022

Tempo: 21:00

Para acompanhar basta acessar os links abaixo:

TV Agência Aids: agenciaaids.com.br (no final da página inicial)

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Sala de imprensa da agência de notícias da AIDS